"Acho que amor acontece quando você necessita tanto daquela pessoa, que poderia se fundir com ela para se tornar uma só. Sabendo que estando dentro dela, você enfrentaria o mundo sem hesitações e com mais convicções. E mesmo estando fora, faria tudo em dobro. Invés de perguntar, você prefere descobrir. Como se a pessoa fosse um livro, e você lê-se cada palavra, linha e parágrafo com a sede de poder entendê-la, mas sabendo que nunca iria decifrar por completo. Amor vicia, embriaga, e te deixa fora de si. Amor é uma droga. Uma droga que todos fazem questão de usar, mesmo sabendo dos perigos existentes. E… Droga. Por que o amor faz tanta questão de transparecer pelo olhar? "
— Alícia Aya (m-ischief)
"Mas é inevitável não se desapontar. É que no geral, isso é praticamente uma regra da vida. Tem aquele tipo de gente que se desaponta com tudo. Do último fio de cabelo até o dedo mindinho do pé. Também tem aquelas pessoas que dizem: “Ah, mas eu não me importo com nada disso”. Primeira mentira capitada. Na maioria das vezes, ou quase sempre, se importa sim. É meio que impossível alguém não se importar com alguma coisa. Mesmo que seja por valores sentimentais ou até mesmo materiais. Pessoas assim vão acumulando cada vez mais e mais, até explodir. Recapitulando. É impossível não se desapontar porque na maioria das vezes as peças são tortas. É como um quebra cabeça que nunca irá ficar completo se perder uma peça. Mas com tudo isso, eu só queria dizer uma coisa: Confie desconfiando."
— Alícia Aya (m-ischief)
"— Por que você o ama?
— Porque… Porque quando o conheci pela primeira vez, pensei que ele seria mais um desses idiotas que sempre conheci, mas de alguma forma ele acendeu algo dentro de mim que nunca imaginei que acontecesse. Sempre fui à garota sem sentimentos, então o conheço. Ele e seu sorriso. Seu jeito de mexer no cabelo, seu riso, seu olhar profundo e vivo. Sua intensidade. O jeito que ele me deixa sem ar, ou quando meu coração bate descontroladamente quando ele me beija. Ou quando ele tenta ser “durão” perto de mim, mas eu sei. Sei que ele não é isso que todo mundo fala. Sei que ele é um bom garoto. Garoto não, homem. Mas ele ainda não se encontrou ainda. Talvez ele não queira se encontrar. Às vezes apenas quer fugir para longe, e esquecer tudo pelo menos por um segundo. Ele cansou de ser catalogado, sabe? Ele nunca me contou isso. Ele quase nunca me conta nada, mas sabe como eu sei de tudo isso? Pelo simples fato que não preciso de suas palavras, e sim de um dos seus olhares. Ele não quer dar explicações, e sim que o entenda. Tão enigmático, não acha? Isso é uma das coisas que me deixa curiosa sobre ele. Eu sou curiosa sobre ele. Admito que gosto da implicância que ele sempre tem comigo. Ele é um idiota, mas… Eu amo? Não sei. Acho que sou nova demais para saber sobre o infinito amor, mas sei que… De alguma forma, o que eu sinto por ele é uma coisa muito enrolada e estranha. Eu nunca senti isso por ninguém antes. É uma coisa que faz eu me ligar a ele. Mas, mas… Eu não sei de mais nada."
— Porque… Porque quando o conheci pela primeira vez, pensei que ele seria mais um desses idiotas que sempre conheci, mas de alguma forma ele acendeu algo dentro de mim que nunca imaginei que acontecesse. Sempre fui à garota sem sentimentos, então o conheço. Ele e seu sorriso. Seu jeito de mexer no cabelo, seu riso, seu olhar profundo e vivo. Sua intensidade. O jeito que ele me deixa sem ar, ou quando meu coração bate descontroladamente quando ele me beija. Ou quando ele tenta ser “durão” perto de mim, mas eu sei. Sei que ele não é isso que todo mundo fala. Sei que ele é um bom garoto. Garoto não, homem. Mas ele ainda não se encontrou ainda. Talvez ele não queira se encontrar. Às vezes apenas quer fugir para longe, e esquecer tudo pelo menos por um segundo. Ele cansou de ser catalogado, sabe? Ele nunca me contou isso. Ele quase nunca me conta nada, mas sabe como eu sei de tudo isso? Pelo simples fato que não preciso de suas palavras, e sim de um dos seus olhares. Ele não quer dar explicações, e sim que o entenda. Tão enigmático, não acha? Isso é uma das coisas que me deixa curiosa sobre ele. Eu sou curiosa sobre ele. Admito que gosto da implicância que ele sempre tem comigo. Ele é um idiota, mas… Eu amo? Não sei. Acho que sou nova demais para saber sobre o infinito amor, mas sei que… De alguma forma, o que eu sinto por ele é uma coisa muito enrolada e estranha. Eu nunca senti isso por ninguém antes. É uma coisa que faz eu me ligar a ele. Mas, mas… Eu não sei de mais nada."
— HYPNOTIC (m-ischief)
"Não tem essa história de manual ou instruções. Considere-me algo perdido. Sem regras, um espirito livre. Um par de asas imaginários. Não tenho encanto, nem aquele brilho incandescente. Língua solta, olho de soslaio. Sou na minha, porém me perco. Vivo me perdendo. Apenas me encontre. Você me conhece límpida. Sem virgulas, interrogações, exclamações, ou ponto final. Sou dura ou mole. Costumo retribuir as pessoas com o mesmo nível que elas me retribuem. Sou o que você me faz. Quer me compreender? Faça seu próprio manual sobre mim. Nada irá sair coerente."
— Sou mais do que letras — Alícia Aya (m-ischief)
"A gente cresce. Cresce assistindo filme de conto de fadas pensando que quando estivermos mais velhos um príncipe vai está nos esperando em um castelo. Cresce pensando que é um super herói que pode voar, soltar lasers, derrotar os monstros e no final do dia conseguir salvar a humanidade. Cresce calçando os saltos da mamãe, e colocando os ternos gigantes do papai. Então decidimos largar os brinquedos, e trocá-los por festas, eletrônicos de ultima geração, sabemos o gostinho da paixão, do desejo e da ilusão. Aprendemos também que ao invés de desenhos livres e cantigas, iremos mergulhar em regras e mais regras. Onde está minha tarefa divertida?! Então entramos naquela crise adolescente. “Ninguém me ama”, “Todo mundo me odeia”, “Odeio isso e aquilo”, “Me odeio”, “Argh, o mudo só pode esta contra a mim!”. Você começa a colocar culpa em tudo e em todos. Começa a se achar estranho como um rei que nasceu em uma família de camponeses. Experimenta um pouco do sofrimento, descobre quem são seus verdadeiros amigos. Também descobre que até o final da sua vida, a falsidade vai esta batendo na sua porta. O mais interessante de tudo é que hoje em dia não precisamos chegar aos 30, suspirar e pensar: “Ah, como eu queria ser criança novamente!”. Hoje em dia com 17 ou menos você já esta cogitando essa ideia. Vê que tudo aquilo que você esperou em ver, não existe. Não há um castelo no final do bosque onde tem um príncipe ou uma princesa te esperando. Você não tem todos aqueles super poderes que pensara que tinha quando era criança, e se surpreende quando os monstros não são grotescos e gigantes. São pessoas. Todo dia passamos por um deles. Papai Noel não mora no pólo norte, e não vai trazer seu presente de Natal. Coelho da Páscoa não ira trazer seus ovos de diversas cores. A fada do dente não ira deixar dinheiro em troca de um dente. Essas coisas não existem! Começaram a alegar depois de me fantasiarem com elas. Então você vai crescendo mais e mais. Trabalho, contas, filhos, casamento, cachorro, papagaio, carro, afinal, uma tsunami de problemas. E com o passar da sua vida umas das únicas esperanças que sempre irão ficar cravadas é o amor. Irei um dia encontrar um amor pro resto da minha vida? Existe amor verdadeiro? Ninguém sabe, o lance é mergulhar até encontrar a sua superfície. Um dia desses me lembrei que quando eu assistia Peter Pan, e quando todos ajudaram a trazer a vida de Sininho a tona novamente, eles gritaram: “Eu acredito em Fadas! Acredito, acredito, eu acredito em fadas!”. Eu gritava junto com eles, e quando via Sininho voltando sentia-me feliz. Saudades de uma felicidade boba. Aquela que vem dos lugares menos inesperados. A gente cresce, e tem que continuar assim. Acreditando em fadas, acreditando que a vida sempre pode melhorar."
— A gente cresce e tudo se espairece — Alícia Aya (m-ischief)
"Gosto da brisa batendo em meu rosto. Gosto do sol fraquinho da manhã, das cócegas afetivas, de ver os pássaros voando. Gosto de cantar Nirvana, de espairecer minha mente, de um riso frouxo, de observar as estrelas. Gosto de gritar. Gritar para o mundo inteiro ouvir, mas na maioria das vezes permito-me o silêncio. Gosto, gosto, gosto. Afinal, de respirar fundo e sentir-me livre. Gosto da simplicidade dos bons atos, mas às vezes dou uma escapadinha para o lado mal. Gosto de frio e calor. Seco e molhado. Caras e bocas. Trancar e abrir. Pensar e repensar. Gosto de ti. Mas também gosto de milhares de outras coisas. Deixei de te amar, e passei amar-me. É mais gratificante."
— Alícia Aya (m-ischief)
"Mas, ultimamente eu quero ser leve. Livrar-me do peso. Da bagagem insustentável. Quero acordar algum dia, suspirar e pensar: “Hoje será um ótimo dia!”. Sem remorsos ou negatividade. Tenho desejo de tomar pelo menos um gole de felicidade e dizer para mim mesma: “A partir de agora, mesmo que as coisas fiquem por um triz, seguirei em frente.” Desejo irrecusável. É aquele lado libertino. Livre, leve e solta."
— Alícia Aya (m-ischief)
"Por que as garotas choram? Isso é um tipo de pergunta que teria uma resposta complexa e extensa. Existem vários tipos de garotas, das mais frágeis até as mais duronas, mas uma garota, por mais resistente que seja; sempre vai ter um pouco de bondade no coração. Garotas às vezes choram por coisas tão banais. Mas saiba que, garotas sempre reparam no simples e no insignificante. Podem chorar por alguma fala, ou ação em um filme. Por um presente magnífico, ou por uma simples lembrança dada com um sentimento mais rico do que qualquer objeto vislumbrante. Escutando uma música. Lendo um livro, e “ser” praticamente o personagem. Olhando para as estrelas, e refleti como elas brilham como jóias em um céu tão negro. Revendo fotos, todas as caretas, sorrisos, flagras e companheirismo. Relembrando lembranças cujas vezes vem com alguns males. Então mais lágrimas. Choram por um familiar, ou até por um bichinho de estimação que já se foi. Às vezes por não está conformada com si mesma, com outras pessoas, com a pessoa amada. És que vem — pelo meu ponto de vista —, um dos maiores sofrimentos. O de amar. Amar o que não te ama, está longe do que ama, perder o que ama, esquecer o que ama, e odiar tanto por precisar daquela pessoa. Enfim, saiba que mulheres são aquele bicho estranho mesmo. De pernas pro ar, mas também saiba que… É um bicho teimoso demais pra deixar um sorriso escapar."
— Alícia Aya (m-ischief)
"Eu quero ir. Ir mais além, romper as barreiras, falar mais asneiras. Ir, ir, ir. Para um lugar onde eu concentre todos os sentimentos confusos, erráticos, emaranhados. Tentar algo novo, que me faça perder o ar, que me deixe com um sorriso estampado no rosto, e pensamentos de bom agrado cravados na memória. Quero os amigos velhos, novos, e os futuros. Os verdadeiros. É que, por mais durona, e tenha uma pose de “Eu não me importo”, você gosta de se sentir segura, amada e… Importante. Ter aquelas pessoas que param, olham nos teus olhos, e transmite uma força, um bem-estar, e que falem um “Eu estou aqui quando precisar” mesmo sem você ter dito nada. Ir, ir, ir. Para um coração bom. Se é que você me entende. Aquele sorriso acolhedor, um abraço apertado, um bom senso critico e de humor, aquele toque de charme, pares de olhos que olhem além do material, mas para o sentimental, para o que vem de dentro, para a beleza interior. Isso soa meio clichê, mas quero alguém que goste de mim pelo o que eu sou, não pelo o que eu tenho, ou por uma camada de aparência que te agrada. Ir, ir, ir. Para relacionamentos amorosos e de amizades que sejam claros. Estampar logo os defeitos. Nada de ser perfeitinho demais. Longe de mim fingimentos e forçamentos. Ir, ir, ir. Me encontrar, e ter uma boa conversa comigo mesma. Esclarecer tudo. Retirar aquela parte estragada, e reconstruir uma forte. Ir, ir, ir. Refazer uma vida levando o que me restou de melhor."
— Alícia Aya (m-ischief)