Jay-Z ft. Lana Del Rey - National Empire

(Source: neffyy, via michaelfuckinmyers)

Lana Del Rey for Vogue Italia, August 2012 (Black And White)
“Ela era baixinha e tinha os cabelos longos, volumosos, dedos se perdiam neles, escorridos no seu rosto. Olhos fundos e castanhos. Indecifráveis. Usava um perfume que lhe fazia fechar os olhos e suspirar. Um sotaque engraçado e uma voz gostosa de ouvir. Um riso agradável, doce. Um abraço aconchegante. Uma timidez, que deixava-a mais atraente. Tinha um controle ímpar sob seus sentimentos, não sentia segurança suficiente para entregar-se totalmente. Receio ou medo, talvez. Já que, mais de uma vez, teve seu coração dilacerado. De tanto correr atrás, seus pés cansaram-se. Passou a acreditar que amor não existia, era mentira, uma história sem graça que lhe fazia bocejar, como uma criança, que acabara de descobrir que papai noel não existe, que fica abalada por ter vivido uma mentira — por mais boba que seja — mas que depois supera, tendo isso como lição, para nunca mais acreditar nas histórias que sua mãe lhe contava antes de dormir […] Era singular, era como música, era de gelo, era intensa, era indiferente, era possessiva, era ela, só ela, sem par […] Fria. De pedra. Tentava ser. Sofria. Sorrisos. Sinceros. Expectativas. Cansou-se. E de tanto se decepcionar, hoje, não se decepciona mais.” (worldstopped)
"Mas é inevitável não se desapontar. É que no geral, isso é praticamente uma regra da vida. Tem aquele tipo de gente que se desaponta com tudo. Do último fio de cabelo até o dedo mindinho do pé. Também tem aquelas pessoas que dizem: “Ah, mas eu não me importo com nada disso”. Primeira mentira capitada. Na maioria das vezes, ou quase sempre, se importa sim. É meio que impossível alguém não se importar com alguma coisa. Mesmo que seja por valores sentimentais ou até mesmo materiais. Pessoas assim vão acumulando cada vez mais e mais, até explodir. Recapitulando. É impossível não se desapontar porque na maioria das vezes as peças são tortas. É como um quebra cabeça que nunca irá ficar completo se perder uma peça. Mas com tudo isso, eu só queria dizer uma coisa: Confie desconfiando."

Alícia Aya (m-ischief)

(via f-rohlich)

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